Eu preciso dele. De alguma forma desesperada e inquieta. Intensamente. Mas já não há chance. It's over. Sinto que está perdido. Não encontro esforço ao seguir com minha vida adiante, mas é como se algo tivesse estacionado no tempo, algo que eu deva resolver para sentir-me plena, mas não dá.
Esse tal namoro não poderia acontecer em pior hora. Sinto como se meu coração estivesse sendo despedaçado novamente, o que eu não poderia permitir que fosse feito. Mas a vida nos prega cada peça, as quais assistimos perplexos...
Quanto mais eu paro para pensar nisso, mais eu me sinto angustiada com essa 'pendência'. Mas em contrapartida me vem à mente 'E ele?'
Talves ele não dedique sequer um mísero pensamento a mim. Mas eu não sei se eu realmente me importo. O que eu tenho certeza é que não posso dar às costas ao que sinto e meus únicos companheiros têm sido uma caneta e um caderno velho, sempre de prontidão.
Com o passar dos dias a certeza que eu nutria se dissipa, devagar, me levando a uma profunda reflexão interior. Deixo tudo a encargo de Deus pois sei que Ele sabe o que é melhor para mim. Eu decidi que não irei interfeir para que as coisas saiam como eu planejo. Não mesmo! Quantas coisas eu já fiz por causa dessa minha mania horrível em querer tomar as rédeas do destino... Que petulância!
Eu quero que dessa vez seja diferente. Queria que nós dois pudéssemos ser diferentes. Porque o que eu sinto por ele é especial, prefiro não definir, mas é especial. E é tão bom, sentir isso outra vez!
Mas sempre há uma filha da puta para estragar tudo, desmoronar seus sonhos em segundos. O pior é que eu não tenho coragem de arruiná-los.
Sou eu uma covarde?
Ou teria eu princípios?
Fica a dúvida.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
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